sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

CONCENTRAÇÃO IBÉRICA ANTINUCLEAR CONTRA AS MINAS DE URÂNIO EM SALAMANCA





DIA 19 DE JANEIRO – 16.00H (HORA PORTUGUESA)
BARRAGEM DE SAUCELLE – FREIXO DE ESPADA À CINTA

CONCENTRAÇÃO IBÉRICA ANTINUCLEAR CONTRA AS MINAS DE URÂNIO EM SALAMANCA

Vai-se realizar no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 16.00 horas (hora portuguesa), na Barragem de Saucelle (fronteira de Portugal com Espanha), em Freixo de Espada à Cinta, uma Concentração Ibérica Antinuclear que juntará ativistas ambientais dos dois países. Esta concentração é organizada conjuntamente pela Plataforma espanhola Stop Uranio de Salamanca e as associações portuguesas QUERCUS e AZU, tendo o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear, da Coordenadora “No a la Mina de Urânio” e da ATMU. O objetivo principal da iniciativa é sensibilizar da opinião pública para os perigos que representa a abertura dos projetos de exploração de urânio na região de Salamanca. 

domingo, 9 de setembro de 2018

Recuperação ambiental da mina da Quinta do Bispo


COMUNICADO DE IMPRENSA DA AZU

A associação ambiental AZU - Ambiente em Zonas Uraníferas, ao tomar conhecimento da apresentação pública da candidatura da recuperação ambiental da mina de urânio da Quinta do Bispo, no concelho de Mangualde, hoje, pelas 14,30 horas, bem como da inauguração da recuperação da Mina do Castelejo, no concelho de Gouveia, não pode deixar de tomar a seguinte posição:

A AZU, que sempre lutou pela recuperação ambiental das minas de urânio, muitas vezes enfrentando incompreensões e falta de sensibilidade de alguns autarcas para esta urgência, congratula-se com a apresentação da candidatura da recuperação ambiental da mina da Quinta do Bispo, que só peca por tardia.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

MARCHA IBÉRICA EM COMBOIO CONTRA A MINA DE URÂNIO DE RETORTILLO

POCINHO-RÉGUA-PORTO
É já neste fim-de-semana, dias 5 e 6 de maio, que se vai realizar a Marcha Ibérica em Comboio contra a Mina de Urânio projetada para a zona de Retortillo, Salamanca. Esta marcha é organizada conjuntamente pela Plataforma Stop Uranio de Salamanca e as associações portuguesas QUERCUS e AZU, tendo o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear, e decorre ao longo da linha de comboio que percorre o Vale do Douro, desde o Pocinho até ao Porto, e com paragem na Régua (ver programa em baixo).
Agora que 20 anos se passam desde o desastre de Aznalcóllar, é importante recordar que o desenvolvimento de projetos de mineração de urânio a céu aberto do outro lado da fronteira pode representar um tremendo risco para a vida do rio Douro e dos seus habitantes. Apenas com o funcionamento normal das instalações projetadas para Retortillo, Salamanca (mina de urânio e fábrica de concentrados), o rio Yeltes, afluente do rio Douro, ficará extremamente contaminado segundo um estudo encomendado pela WWF a dois cientistas da Universidade de Castilla La Mancha.

sábado, 31 de março de 2018

Lamas tóxicas no Monumento Natural das Portas de Ródão NÂO



LOCAL: 17h30m, Largo do Pelóme, Arneiro-Nisa.

Leitura de um texto dirigido à população e a todos os visitantes.

Caminhada ao local onde pretendem depositar as lamas tóxicas retiradas do Tejo.

Poluição no Monumento Natural das Portas de Ródão NÃO!

Chega, basta de prejudicar o Arneiro, lamas toxicas neste lugar não.

Queremos continuar aqui neste lugar, ao longo dos anos muitos de nós foram prejudicados pela Celulose, perdemos o nosso sustento, temos mesmo de nos ausentar, não queremos ir todos trabalhar para a Celtejo. Cortam-nos as raizes, a nossa cultura, a nossa identidade que é o rio Tejo.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Manifestação contra a mina de urânio de Retortillo

A AZU esteve presente ,em conjunto com a Quercus e com a ATMU(associação dos antigos trabalhadores das minas da Urgeiriça), no dia 24 de Fevereiro, em Salamanca, na manifestação contra a mina de urânio de Retortillo, localizada a menos de 50 km de Portugal.
Esta manifestação foi convocada pela coordinadora ”no a lamina de uranio” com o apoio do movimento Ibérico antinuclear e pretende exijir que o governo Espanhol tome medidas no sentido de proibir a exploração mineira em Retortillo.
Este  é um projecto a decorrer em Espanha com impactos negativos em Portugal, dada a proximidade e que merece  a  nossa total oposição ,impondo-se ao governo de Portugal uma posição firme quanto a este projecto, a fim de evitar um processo como Almaraz.
É Necessário que o processo da mina de retortillo seja revertido e seja feita uma avaliação de impacte ambiental  transfronteiriço  que proteja os direitos dos Cidadãos de Portugal  e Espanha, e que não se autorize a exploração do urânio em mina de céu aberto em Espanha.

sábado, 9 de setembro de 2017

COMUNICADO - A AZU está mais pobre

 
Esta nossa companheira, era um exemplo pela sua dedicação à causa que esteve na origem da AZU- a luta pela recuperação das Minas de Urânio abandonadas.
Mesmo não pertencendo ao órgãos sociais, sempre apareceu em todas as iniciativas quer da AZU, quer dos Mineiros de Urânio, uns em defesa do ambiente, outros em defesa dos direitos em face da sua situação de trabalhadores contaminados.
Esta nossa companheira não precisava de pertencer a órgãos diretivos para, naquilo que era o seu pensamento sobre as causas em que acreditava e, no caso em concreto, do ambiente, se dedicar, de alma e coração, a estas mesmas causas.
É, pois, com este espírito de dedicação e de cidadania, que aderiu à AZU, pertencendo aos seus órgãos diretivos nos últimos anos, contribuindo quer com as suas ideias (que nunca deixou de as defender) quer no combate pela recuperação das Minas, na Luta pela defesa da Água, na Luta contra a poluição que as ETAR públicas desencadeiam, na Luta contra a Central Nuclear de Almarz, em suma na defesa por um Planeta Sustentável Ambientalmente.
Estando a AZU, em ano de comemoração do seu 15º aniversário, ficamos assim muito mais pobres com a sua falta, e a Luta, que cada vez mais se exige aos ambientalistas, sofreu uma perda irremediável.
E é perante este legado deixado pela nossa companheira Clara Alexandre, que exortamos a TODOS pelo respeito da sua dedicação e abnegação, que juntamos mais Força para que Luta que ela desenvolveu não tenha sido em vão e que, pelo contrário, o Planeta seja defendido para que as gerações vindouras, possam usufruir de um Planeta mais Sustentável Ambientalmente.
A AZU, transmite ao seu Companheiro e ao seu Filho, esta nossa dor, com a promessa de que a Luta que a Clara travou e desenvolveu, não foi em vão, prometendo continuar com essa mesma Luta.
Esta é e será a Nossa melhor Homenagem e sentido de dor, que nos irá nortear para o Futuro.
Clara a tua Luta não foi em vão.
Clara Alexandre, membro da AZU, acaba de falecer, vítima de cancro, deixando a AZU em grande consternação não só pelo seu desaparecimento, mas também pela sua militância ativa em defesa do ambiente tendo como objetivo um Planeta mais sustentável.

Viseu 9 de Setembro 2017
A Direção da AZU

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Desafios da Sustentabilidade: mudanças climáticas e energia nuclear

 
As questões do meio-ambiente continuam a dominar o programa do Periferias e na tarde desta quinta-feira voltam a estar presentes. Exibimos o documentário Aquamazonida, de João Leite, e propomos uma conversa-debate sobre "Desafios de Sustentabilidade - Mudanças climáticas e Energia Nuclear".

O debate contará com a moderação de José Janela, do Núcleo Regional de Portalegre da Quercus – Associação ...Nacional de Conservação da Natureza e terá a presença de: Jesús Valiente, da ADENEX- Asociación para la Defensa de la Naturaleza y los Recursos de Extremadura; José Maria Moura, da AZU – Associação Ambiente em Zonas Uraníferas; Paca Blanco, dos Ecologistas en Acción; Peter Eden, Empresário turístico - Monte da Moita Raza – Marvão.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Debate "Central de Almaraz, Energia Nuclear e Exploração de Urânio - impactes em Portugal"

Nisa, 13 de Maio, às 20.30h
Sede da Inijovem - Rua Marechal Gomes da Costa, 12 - Nisa



Idalina Trindade - Presidente da Câmara Municipal de Nisa *
João Malpique - Presidente da União das Juntas de Freguesia de Nisa
António Minhoto - AZU Ambiente em Zonas Uraníferas - Associação Ambiental
Nuno Sequeira - Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Jose Maria González Mazón - Adenex/Forum Extremenho Antinuclear
Luís Lourenço - Confederação Nacional da Agricultura
Peter Eden - Empresário turístico - Monte da Moita Raza – Marvão



Moderador: Miguel Pereira - AZU Ambiente em Zonas Uraníferas - Associação Ambiental



Organização:
AZU Ambiente em Zonas Uraníferas - Associação Ambiental
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza - Núcleo Regional de Portalegre



Apoio:
Inijovem - Associação para iniciativas para a Juventude de Nisa    

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Comunicado – Rio Tejo um esgoto



Continuamos na mesma, o que vieram os deputados da Comissão de Ambiente fazer pelo Tejo acima desde Lisboa? Onde pára o Ministro do Ambiente? Denúncias, exposições, manifestações, tantas acções de cidadãos e cidadãs anónimos, dos partidos políticos, do SEPNA, o poder económico contínua imparável, incorrigível e insensível, disposto a acabar com o Tejo, a fazer deste esgoto. Onde está o poder local, que é feito das Câmaras de Nisa e VV de Ródão? Não há respeito pelos pessoas que tirem o seu sustento do rio, por milhares de cidadãos que vivem a jusante das Portas de Ródão?

sábado, 18 de junho de 2016

Debate "Fechar Almaraz" em Arneiro, freguesia de Santana, Nisa

No passado dia 5 de Junho realizou-se no Arneiro, povoação ribeirinha do concelho de Nisa, um debate, aberto a toda a população, sobre a central nuclear de Almaraz, promovido pela AZU - Associação Ambiente em Zonas Uraníferas.
Este debate teve como objectivo a sensibilização popular para os perigos ambientais e sociais decorrentes daquela central, situada a cerca de 100 km da fronteira portuguesa, cujo prazo de validade há muito expirou e que utiliza as águas do rio Tejo para a refrigeração dos seus reactores.
A iniciativa surgiu integrada na mobilização para a manifestação ocorrida em Cáceres no dia 18, teve o apoio da Junta de Freguesia de Santana e decorreu na sequência da caminhada “Que fazer por este rio” promovida pela Associação “As romãs também resistem”.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

“Fechar Almaraz - Descanse em Paz”

Partilhamos o evento “Fechar Almaraz - Descanse em Paz”, que se irá realizar em Vila Nova da Barquinha no dia 28 de Maio pelas 15 horas no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.

Mais se informa que, sendo o Movimento proTEJO, assim como a AZU, signatários do Movimento Ibérico Antinuclear, esta sessão está incluída nas atividades de preparação da Manifestação Ibérica do dia 11 de Junho em Cáceres, Espanha, tendo como um dos objetivos o encerramento da Central Nuclear de Almaraz.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PROJECTO “CENTRO RADIO NATURA DA URGEIRIÇA “ EM ANÁLISE NAS JORNADAS ORGANIZADAS PELA AZU










No passado dia 20, a AZU, organizou um conjunto de iniciativas, no âmbito do Património e Defesa do Ambiente do concelho de Nelas, para as quais foi convidado o Deputado do BE e Presidente da Comissão do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, Pedro Soares.

Pelas 14.30, as jornadas iniciaram com uma reunião de Trabalho, também a convite da ATMU, na casa de Pessoal da Urgeiriça, subordinada ao Tema do Projecto “CENTRO RADIO NATURA DA URGEIRIÇA”.
A Urgeiriça foi centro de uma área mineira de extração de minérios radioativos. Ali foi construída uma estrutura industrial de produção de concentrados de urânio, em 1951, onde foi tratado o minério extraído de todas as minas. Essa exploração abrangeu cinco distritos, com a Urgeiriça em atividade quase ininterrupta entre 1913 e 2000. Dessa atividade resultou um elevado passivo ambiental de risco para a saúde pública e a sua laboração realizou-se em ambientes de radiação com elevadas probabilidades de lesões sérias naquelas que nelas trabalharam.

Jornadas Ambientais da AZU: Visita à Zona Industrial da Urgeiriça


No âmbito das Jornadas Ambientais da AZU, com convite ao Deputado do BE e Presidente da Comissão do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, Pedro Soares., foi ainda efectuada uma visita à Zona Industrial da Urgeiriça, acompanhada por técnicos da EDM.
Serviu a mesma para efectuar o ponto da situação da Requalificação Ambiental da mesma, tendo a AZU, mais uma vez alertado para a necessidade de implementação rigorosa de mecanismos de Segurança, no transporte dos inertes bem como para a necessidade de cumprimento dos prazos definidos.

O Deputado Pedro Soares, tomou nota do Dossier, compromento-se a acompanhar o respectivo processo.

Jornadas Ambientais da AZU: Recepção na CMN e Reunião na Empresa Borgstena


                                                                                                      Ainda no âmbito das Jornadas Ambientais da AZU foi efectuada a recepção ao Deputado Pedro Soares na CMN seguida de uma reunião na Empresa Borgstena.Na mesma estiveram presentes o Presidente da CMN, Vice Presidente e  ainda o Presidente do Conselho de Administração da Empresa Borgstena.

Jornadas Ambientais da AZU Sessão Publica - A poluição da ribeira da Pantanha e da ribeira de Travassos

                                                 



A propósito da poluição que afeta a ribeira da Pantanha e a ribeira de Travassos, a jornada em defesa do ambiente e património organizada pela AZU, realizada a 20 de fevereiro, culminou, pelas 18h:30min, numa sessão pública na Escola Primária das Caldas da Felgueira.

Para além de membros e consultores da AZU, esteve presente o Presidente da Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, Pedro Soares, o Vice Presidente da CMN, Alexandre Borges e o Presidente Executivo da Borgstena Têxtil Portugal, Jorge Machado.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

COMUNICADO "PELA DEFESA DO AMBIENTE. PELO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL".

O desenvolvimento sustentável é inerente às corretas práticas ambientais por parte das indústrias, a quem incumbe assumir os custos dos efeitos externos da sua atividade no quadro das suas obrigações legais, mas também cívicas e sociais para com as comunidades locais e com o legado ecológico a transmitir às futuras gerações

São conhecidos os impactos ambientais, e seus efeitos socioeconómicos, decorrentes das descargas de efluentes industriais não tratados da empresa Borgstena no Concelho de Nelas, encaminhados ora para a Ribeira da Pantanha, em Nelas ora para a Ribeira de Travassos em Beijós.
É uma situação que se arrasta há mais de oito anos, sempre denunciada pela AZU, sem que as entidades públicas com responsabilidades em matéria ambiental e a autarquia tenham feito os esforços necessários para lhe pôr cobro.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Nota de Imprensa "O Tejo/Tajo está a morrer"

Nota de Imprensa
O Tejo/Tajo está a morrer
“O Tejo está a morrer e ninguém faz nada.” Escrevia no facebook onde também apresentava um vídeo feito pelo próprio, um cidadão da comunidade ribeirinha da Ortiga concelho de Mação. Todos os dias somos bombardeados com noticias deste teor. Os pescadores do Arneiro, concelho de Nisa, estão revoltados, só retórica, é o seu ganha-pão na apanha do lagostim, até estes morrem com o veneno, como diz Hugo Sabino, barqueiro de Santana e pescador, o “último dos barqueiros do Tejo”.

Há uns anos atrás, quando da instalação da Celtejo-Celuloses do Tejo, inaugurada em 1971, o lagostim do Luisiana foi introduzido, tendo-se adaptado à poluição enquanto algumas espécies se extinguiram, pescam agora lagostim que vendem para entreposto espanhol com sede em Vila Velha de Ródão.

A Celtejo-Celuloses do Tejo, de Luís Martins, teve alvará concedido por Salazar em 1966, no inicio só trabalhavam com pinheiro, mal menor. Só mais tarde foi adaptada ao eucalipto com o apoio do leader/consultor mundial de celuloses Jaakko Pöyry. A partir daí “envenenou-se” o rio e toda a área circundante no alto Tejo com eucaliptos, lembram-se dos fogos de 2003? Com este governo piora-se a situação, é aprovada legislação que promove a sua plantação. Há até quem diga, que nos começaremos a chamar Eucaliptal.