sexta-feira, 4 de maio de 2018

MARCHA IBÉRICA EM COMBOIO CONTRA A MINA DE URÂNIO DE RETORTILLO

POCINHO-RÉGUA-PORTO
É já neste fim-de-semana, dias 5 e 6 de maio, que se vai realizar a Marcha Ibérica em Comboio contra a Mina de Urânio projetada para a zona de Retortillo, Salamanca. Esta marcha é organizada conjuntamente pela Plataforma Stop Uranio de Salamanca e as associações portuguesas QUERCUS e AZU, tendo o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear, e decorre ao longo da linha de comboio que percorre o Vale do Douro, desde o Pocinho até ao Porto, e com paragem na Régua (ver programa em baixo).
Agora que 20 anos se passam desde o desastre de Aznalcóllar, é importante recordar que o desenvolvimento de projetos de mineração de urânio a céu aberto do outro lado da fronteira pode representar um tremendo risco para a vida do rio Douro e dos seus habitantes. Apenas com o funcionamento normal das instalações projetadas para Retortillo, Salamanca (mina de urânio e fábrica de concentrados), o rio Yeltes, afluente do rio Douro, ficará extremamente contaminado segundo um estudo encomendado pela WWF a dois cientistas da Universidade de Castilla La Mancha.

sábado, 31 de março de 2018

Lamas tóxicas no Monumento Natural das Portas de Ródão NÂO



LOCAL: 17h30m, Largo do Pelóme, Arneiro-Nisa.

Leitura de um texto dirigido à população e a todos os visitantes.

Caminhada ao local onde pretendem depositar as lamas tóxicas retiradas do Tejo.

Poluição no Monumento Natural das Portas de Ródão NÃO!

Chega, basta de prejudicar o Arneiro, lamas toxicas neste lugar não.

Queremos continuar aqui neste lugar, ao longo dos anos muitos de nós foram prejudicados pela Celulose, perdemos o nosso sustento, temos mesmo de nos ausentar, não queremos ir todos trabalhar para a Celtejo. Cortam-nos as raizes, a nossa cultura, a nossa identidade que é o rio Tejo.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Manifestação contra a mina de urânio de Retortillo

A AZU esteve presente ,em conjunto com a Quercus e com a ATMU(associação dos antigos trabalhadores das minas da Urgeiriça), no dia 24 de Fevereiro, em Salamanca, na manifestação contra a mina de urânio de Retortillo, localizada a menos de 50 km de Portugal.
Esta manifestação foi convocada pela coordinadora ”no a lamina de uranio” com o apoio do movimento Ibérico antinuclear e pretende exijir que o governo Espanhol tome medidas no sentido de proibir a exploração mineira em Retortillo.
Este  é um projecto a decorrer em Espanha com impactos negativos em Portugal, dada a proximidade e que merece  a  nossa total oposição ,impondo-se ao governo de Portugal uma posição firme quanto a este projecto, a fim de evitar um processo como Almaraz.
É Necessário que o processo da mina de retortillo seja revertido e seja feita uma avaliação de impacte ambiental  transfronteiriço  que proteja os direitos dos Cidadãos de Portugal  e Espanha, e que não se autorize a exploração do urânio em mina de céu aberto em Espanha.

sábado, 9 de setembro de 2017

COMUNICADO - A AZU está mais pobre

 
Esta nossa companheira, era um exemplo pela sua dedicação à causa que esteve na origem da AZU- a luta pela recuperação das Minas de Urânio abandonadas.
Mesmo não pertencendo ao órgãos sociais, sempre apareceu em todas as iniciativas quer da AZU, quer dos Mineiros de Urânio, uns em defesa do ambiente, outros em defesa dos direitos em face da sua situação de trabalhadores contaminados.
Esta nossa companheira não precisava de pertencer a órgãos diretivos para, naquilo que era o seu pensamento sobre as causas em que acreditava e, no caso em concreto, do ambiente, se dedicar, de alma e coração, a estas mesmas causas.
É, pois, com este espírito de dedicação e de cidadania, que aderiu à AZU, pertencendo aos seus órgãos diretivos nos últimos anos, contribuindo quer com as suas ideias (que nunca deixou de as defender) quer no combate pela recuperação das Minas, na Luta pela defesa da Água, na Luta contra a poluição que as ETAR públicas desencadeiam, na Luta contra a Central Nuclear de Almarz, em suma na defesa por um Planeta Sustentável Ambientalmente.
Estando a AZU, em ano de comemoração do seu 15º aniversário, ficamos assim muito mais pobres com a sua falta, e a Luta, que cada vez mais se exige aos ambientalistas, sofreu uma perda irremediável.
E é perante este legado deixado pela nossa companheira Clara Alexandre, que exortamos a TODOS pelo respeito da sua dedicação e abnegação, que juntamos mais Força para que Luta que ela desenvolveu não tenha sido em vão e que, pelo contrário, o Planeta seja defendido para que as gerações vindouras, possam usufruir de um Planeta mais Sustentável Ambientalmente.
A AZU, transmite ao seu Companheiro e ao seu Filho, esta nossa dor, com a promessa de que a Luta que a Clara travou e desenvolveu, não foi em vão, prometendo continuar com essa mesma Luta.
Esta é e será a Nossa melhor Homenagem e sentido de dor, que nos irá nortear para o Futuro.
Clara a tua Luta não foi em vão.
Clara Alexandre, membro da AZU, acaba de falecer, vítima de cancro, deixando a AZU em grande consternação não só pelo seu desaparecimento, mas também pela sua militância ativa em defesa do ambiente tendo como objetivo um Planeta mais sustentável.

Viseu 9 de Setembro 2017
A Direção da AZU

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Desafios da Sustentabilidade: mudanças climáticas e energia nuclear

 
As questões do meio-ambiente continuam a dominar o programa do Periferias e na tarde desta quinta-feira voltam a estar presentes. Exibimos o documentário Aquamazonida, de João Leite, e propomos uma conversa-debate sobre "Desafios de Sustentabilidade - Mudanças climáticas e Energia Nuclear".

O debate contará com a moderação de José Janela, do Núcleo Regional de Portalegre da Quercus – Associação ...Nacional de Conservação da Natureza e terá a presença de: Jesús Valiente, da ADENEX- Asociación para la Defensa de la Naturaleza y los Recursos de Extremadura; José Maria Moura, da AZU – Associação Ambiente em Zonas Uraníferas; Paca Blanco, dos Ecologistas en Acción; Peter Eden, Empresário turístico - Monte da Moita Raza – Marvão.