quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Larga lucha de trabajadores de minas de uranio en Portugal


La unión, el esfuerzo y la perseverancia de la lucha de los mineros de uranio de Portugal llevada a cabo desde hace décadas, logró alcanzar muchas de sus metas mediante al asociacionismo. La creación de la Asociación de Trabajadores en Minería de Uranio (ATMU) fue en 2010, pero previamente formaron una comisión que tuvo como objetivos: 1) Abogar por la recuperación ambiental de las 66 minas abandonadas, 2) Defender el derecho de jubilación de todos los ex trabajadores jubilados, 3) Defender el derecho a los exámenes médicos de todos los ex trabajadores, teniendo en cuenta la contaminación radiológica y 4) Compensación a familiares de ex trabajadores con cáncer. En esta lucha sin fin, ATMU planifica a largo plazo renovando sus órganos de gobierno con los hijos de los antiguos mineros.

sábado, 27 de abril de 2019

Concentração ibérica antinuclear pelo Fecho da Central de Almaraz


A AZU, Associação das Zonas Urâniferas,  como membro do MIA, apoia a concentração em Cedilho no próximo dia 11 de Maio, realizada por associações portuguesas e espanholas. Tendo em conta o recuo do governo espanhol ao aceitar a imposição das empresas Iberdrola e Endesa ao pretenderem a renovação da continuação da central nuclear de Almaraz. Pondo em causa a segurança de Portugal com um eventual acidente nuclear, por a data limite de vida da central ter já sido  ultrapassado.

Todos a Cedilho.
Não Ao Nuclear
Por um Tejo Limpo e Vivo

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

CONCENTRAÇÃO IBÉRICA ANTINUCLEAR CONTRA AS MINAS DE URÂNIO EM SALAMANCA





DIA 19 DE JANEIRO – 16.00H (HORA PORTUGUESA)
BARRAGEM DE SAUCELLE – FREIXO DE ESPADA À CINTA

CONCENTRAÇÃO IBÉRICA ANTINUCLEAR CONTRA AS MINAS DE URÂNIO EM SALAMANCA

Vai-se realizar no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 16.00 horas (hora portuguesa), na Barragem de Saucelle (fronteira de Portugal com Espanha), em Freixo de Espada à Cinta, uma Concentração Ibérica Antinuclear que juntará ativistas ambientais dos dois países. Esta concentração é organizada conjuntamente pela Plataforma espanhola Stop Uranio de Salamanca e as associações portuguesas QUERCUS e AZU, tendo o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear, da Coordenadora “No a la Mina de Urânio” e da ATMU. O objetivo principal da iniciativa é sensibilizar da opinião pública para os perigos que representa a abertura dos projetos de exploração de urânio na região de Salamanca. 

domingo, 9 de setembro de 2018

Recuperação ambiental da mina da Quinta do Bispo


COMUNICADO DE IMPRENSA DA AZU

A associação ambiental AZU - Ambiente em Zonas Uraníferas, ao tomar conhecimento da apresentação pública da candidatura da recuperação ambiental da mina de urânio da Quinta do Bispo, no concelho de Mangualde, hoje, pelas 14,30 horas, bem como da inauguração da recuperação da Mina do Castelejo, no concelho de Gouveia, não pode deixar de tomar a seguinte posição:

A AZU, que sempre lutou pela recuperação ambiental das minas de urânio, muitas vezes enfrentando incompreensões e falta de sensibilidade de alguns autarcas para esta urgência, congratula-se com a apresentação da candidatura da recuperação ambiental da mina da Quinta do Bispo, que só peca por tardia.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

MARCHA IBÉRICA EM COMBOIO CONTRA A MINA DE URÂNIO DE RETORTILLO

POCINHO-RÉGUA-PORTO
É já neste fim-de-semana, dias 5 e 6 de maio, que se vai realizar a Marcha Ibérica em Comboio contra a Mina de Urânio projetada para a zona de Retortillo, Salamanca. Esta marcha é organizada conjuntamente pela Plataforma Stop Uranio de Salamanca e as associações portuguesas QUERCUS e AZU, tendo o apoio do Movimento Ibérico Antinuclear, e decorre ao longo da linha de comboio que percorre o Vale do Douro, desde o Pocinho até ao Porto, e com paragem na Régua (ver programa em baixo).
Agora que 20 anos se passam desde o desastre de Aznalcóllar, é importante recordar que o desenvolvimento de projetos de mineração de urânio a céu aberto do outro lado da fronteira pode representar um tremendo risco para a vida do rio Douro e dos seus habitantes. Apenas com o funcionamento normal das instalações projetadas para Retortillo, Salamanca (mina de urânio e fábrica de concentrados), o rio Yeltes, afluente do rio Douro, ficará extremamente contaminado segundo um estudo encomendado pela WWF a dois cientistas da Universidade de Castilla La Mancha.

sábado, 31 de março de 2018

Lamas tóxicas no Monumento Natural das Portas de Ródão NÂO



LOCAL: 17h30m, Largo do Pelóme, Arneiro-Nisa.

Leitura de um texto dirigido à população e a todos os visitantes.

Caminhada ao local onde pretendem depositar as lamas tóxicas retiradas do Tejo.

Poluição no Monumento Natural das Portas de Ródão NÃO!

Chega, basta de prejudicar o Arneiro, lamas toxicas neste lugar não.

Queremos continuar aqui neste lugar, ao longo dos anos muitos de nós foram prejudicados pela Celulose, perdemos o nosso sustento, temos mesmo de nos ausentar, não queremos ir todos trabalhar para a Celtejo. Cortam-nos as raizes, a nossa cultura, a nossa identidade que é o rio Tejo.